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Novidades | Crítica editorial | Crónicas | Narrativas breves

Nova reedição: Suspiros de Santo Agostinho

A Bibliotrónica Portuguesa lançou hoje a reedição de Suspiros de Santo Agostinho, obra de um anónimo, traduzida em 1656 por Dionísio dos Anjos, e agora reeditada por Ana Oliveira e Catarina Horta. A reedição deste texto do séc. XVII representou um desafio com certo grau de dificuldade. Na verdade, o livro-fonte em papel, que foi impresso […]

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Três novas editoras credenciadas

A Bibliotrónica Portuguesa acaba de disponibilizar os contactos de três novas editoras credenciadas para edição de originais: Francisca Salema, Catarina Cornejo e Helena Sardinha. Caso pretenda publicar connosco um original inédito, encontrará uma apresentação e os contactos das novas editoras aqui: https://bibliotronicaportuguesa.pt/editores/      

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Curso de credenciação de editores da Bibliotrónica Portuguesa

O I Curso de Credenciação de Editores da Bibliotrónica Portuguesa acaba de terminar. Tendo o curso decorrido em regime de internato, os novos editores credenciados da Bibliotrónica receberam intensiva formação teórica e prática sobre a edição de originais, com Ângela Correia.  Estão agora aptos a empreender novas edições de originais, com o espírito de inovação […]

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Livro novo: Conversão, de Lourenço de Caiola, uma curiosa novela de 1923

Acaba de ser publicada mais uma edição crítica na Bibliotrónica Portuguesa, por Patrícia Franco. Trata-se de uma curiosa novela de 1923 – Conversão – assinada por Lourenço de Caiola, militar e deputado do Partido Progressista, além de professor na Escola Superior Colonial. O Bernardo tornara‑se apaixonado convicto das ideias revolucionárias. E não eram só as de […]

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Inocente

Chovia. No casarão enorme respirava-se uma tal humidade que mandámos accender o fogão da sala. Ouviamos escorrer a chuva dos beiraes, gotta a gotta e olhavamos com melancholia, atravez das vidraças molhadas para o arvoredo do velho jardim envolto em nevoa. O Fabricio trouxera na vespera, de um passeio, duas monstruosas flôres de cacto, vermelhas, […]

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A guia do chapeleiro

Quando ha 17 annos abria ao publico o meu estabelecimento, fazia-o com a convicção de que nas sociedades modernas tudo se “vence com o trabalho” e com a confiança, o direito a um logar honroso na industria a que me entreguei. Ao favor dos meus freguezes, á sua inexcedivel amabilidade em preferirem os productos da […]

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A aranha, de António Feijó

Depois d’aquelle «adeus» que em beijos escondemos, Quiz ver ainda uma vez o nosso ninho, a alcova 0nde por nossas mãos urdimos e tecemos Essa eterna illusão do Amor, que é sempre nova…   Entro, pé ante pé, n’uma anciedade estranha, E, a fallar-me de ti tudo o que me rodêa, Vejo sobre o teu […]

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